Rômulo Ávila

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Série B pode não ser o fundo do poço

13/12/2019 às 09:43

Bruno Haddad/Cruzeiro

O craque e ídolo Tostão está 100% certo ao dizer, na sua coluna da Folha de S. Paulo, que o grande desafio do Cruzeiro é continuar e que o clube, um dos mais vencedores do Brasil, corre risco de se tornar um mediano do futebol nacional que não briga por títulos, a exemplo do ocorrido com Botafogo, Fluminense e Vasco.  

Tostão é torcedor e ídolo do Cruzeiro. Tem total credibilidade para fazer tal alerta. E o verdadeiro cruzeirense sabe ele tem razão. Por trás da maior crise da história do clube está, a meu ver, a briga e a vaidade pelo poder. Sempre digo que quem gosta de time é torcedor. Dona Salomé é o maior exemplo. Dirigente, jogador e técnicos gostam é de dinheiro.  

O Cruzeiro caiu, mas a disputa pelo poder dentro do clube parece muito longe de chegar ao fim. Afastado antes do rebaixamento, Itair Machado continua dando as cartas e mandando e desmandando no presidente figurativo Wagner Pires, como mostrou conversa telefônica entre os dois que o jornal Hoje em Dia teve acesso. Chega a ser inacreditável.

Nessa confusão sem fim, Zezé Perrella, que de santo não tem nada, também dançou. Nessa altura do campeonato, é impossível avaliar se foi bom ou ruim e até quando vai durar. Uma situação está evidente: somente a torcida está preocupada com o futuro do clube. Afinal, a queda para a Série B  pode não ser o fundo do poço. Parece que estão querendo acabar com o Cruzeiro. Se continuar assim, vão conseguir.

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