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América pode se transformar em clube-empresa até o fim deste ano

Superintendente geral do Coelho, Paulo Assis revelou que o processo está avançado

Por Emerson Romano/Itatiaia, 09/07/2020 às 16:33
atualizado em: 09/07/2020 às 16:39

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Foto: Divulgação/América
Divulgação/América

RESUMO

  • América está se preparando para se tornar um clube-empresa
  • Clube contratou a Ernest & Young para fazer um novo organograma
  • Em live, superintendente geral do Coelho, Paulo Assis, revelou que o processo está avançado e a meta é entregar o projeto até o fim deste ano


Entre as equipes das duas principais divisões do futebol brasileiro, o América é um dos poucos que está se preparando para se tornar um clube-empresa. Em junho, o presidente Marcus Salum já havia revelado que o clube estava passando por uma transformação e que, inclusive, havia contratado a Ernest & Young para fazer um novo organograma para o Coelho.

Em live promovida pelo clube, na última quarta-feira (8), o superintendente geral, Paulo Assis, revelou que o processo está avançado e que o América pode se transformar em clube-empresa até o fim deste ano.

“A gente ainda não finalizou a modelagem do projeto. Ainda não foi apresentado internamente e formalmente no clube, já que para acontecer a aprovação do clube-empresa se passam várias etapas de aprovação interna. Nós sabemos que esse retorno interno é positivo, mas existe um planejamento que será respeitado. Mas a nossa meta – o presidente Salum depois pode até puxar minha orelha – é entregar até o fim do ano o clube-empresa. Essa é a nossa meta”, disse Paulo Assis. 

Parceira com chineses não avançou

Em maio do ano passado, a diretoria americana chegou a negociar com um grupo de investimentos chinês uma parceria para o aporte de R$ 200 milhões no clube. Pela proposta, o Coelho se tornaria um clube-empresa com os asiáticos pagando todas as dívidas, fazendo a obra de ampliação do CT Lanna Drumond e ajudando na contratação de jogadores. 

Do total do investimento, R$ 80 milhões seriam para o pagamento de todas as dívidas do América.

O grupo chinês ainda bancaria a construção do Planeta América, projeto de ampliação do CT Lanna Drumond. Seriam destinados R$ 20 milhões para custear a obra.

Pela proposta, os outros R$ 100 milhões seriam injetados no futebol para a contratação de jogadores e investimentos nas categorias de base. O valor seria usado durante um prazo a ser definido. Como contrapartida, o grupo chinês ficaria com um percentual na venda de atletas. Fechando a parceria, os chineses assumiriam o controle da gestão do futebol do América. 

No entanto, os chineses mudaram de ideia e o América voltou ao mercado para prospectar um novo parceiro.

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