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Senador Arolde de Oliveira morre em decorrência da covid-19 aos 83 anos

Eleito pelo Rio de Janeiro, parlamentar tinha 83 anos e estava internado desde início de outubro

Por Agência Brasil , 22/10/2020 às 06:15
atualizado em: 22/10/2020 às 06:19

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Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) morreu nesta quarta-feira (21) em decorrência de complicações decorrentes da covid-19. A informação foi divulgada pela família no Twitter do senador.

Segundo a postagem, Arolde de Olivera morreu "vítima de covid e como consequência a falência dos órgãos". O senador pegou a covid-19 em setembro e precisou ser internado no início de outubro.

O senador tinha 83 anos e era engenheiro e economista. Antes de se eleger senador pelo Rio de Janeiro, foi deputado federal por nove mandatos. Ele também foi secretário de Transportes do Rio de Janeiro durante entre 2002 e 2008, durante a gestão do prefeito César Maia.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, soltou uma nota de pesar pela morte de Arolde de Oliveira. Segundo a nota, Arolde de Oliveira trouxe ao Senado "a experiência legislativa, o supreendente porder de comunicação e o exemplo de sua conduta afetuosa e cordata."

"Um dia triste para esta Casa. Um dia triste para os seus eleitores, admiradores, amigos e, especialmente, os seus familiares", diz Alcolumbre na nota.

Alcolumbre decretou luto oficial no Senado em homenagem à memória do senado Arolde de Oliveira.

Biografia

Arolde de Oliveira estava em seu primeiro mandato como senador, para o qual foi eleito em 2018, com 2,3 milhões de votos no Rio de Janeiro. Era militar, engenheiro e economista. Casado com Yvelise de Oliveira e pai de dois filhos.

Natural de São Luiz Gonzaga (RS), foi para o Rio de Janeiro na década de 60, quando ingressou no Instituto Militar de Engenharia (IME), para estudar o Curso de Engenharia Eletrônica. Já na década de 70, começou a trabalhar na recém-criada Embratel, onde acabou se especializando em sistemas de telecomunicações. Chegou a secretário de telecomunicações do Ministério das Comunicações.

Em 1983 assumiu interinamente o cargo de deputado federal. E em 1986 foi eleito pela primeira vez para a uma vaga na Câmara dos Deputados, dando início a uma sucessão de nove mandatos como parlamentar. Foi constituinte e um dos defensores da privatização das telecomunicações. Também foi secretário municipal de Transportes do Rio de Janeiro e secretário estadual de Trabalho. 

O senador era também fundador da MK Music, uma das maiores gravadoras de música gospel do país.

 

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